Acidente na ponte sobre o Rio Tibagi, em Ponta Grossa, deixou também um vigia ferido e bloqueou a rodovia por mais de quatro horas

Motorista de caminhão carregado com leite morreu esmagado após ser atingido por carreta de toras e cair em barranco na PR-151, próximo ao Aeroporto Santana
Um motorista morreu esmagado após colisão entre um caminhão de leite e uma carreta de toras na PR-151, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente ocorreu na ponte sobre o Rio Tibagi, próximo ao Aeroporto Santana. O trânsito foi totalmente bloqueado para o resgate.
O condutor do caminhão de leite, jovem de 25 anos, perdeu a vida preso às ferragens após o veículo cair em um barranco. De acordo com as informações apuradas no local, um caminhão carregado com toras de madeira trafegava no sentido de Palmeira para Ponta Grossa quando seu motorista perdeu o controle da última carreta logo após passar por um desnível na pista.
A parte traseira da carreta balançou, invadiu a pista contrária e atingiu em cheio o caminhão de leite que vinha na direção oposta. Com o impacto, o veículo foi lançado para fora da estrada e rolou ribanceira abaixo. O condutor do caminhão de toras não se feriu.
O rastro de destruição não parou após a batida entre os dois veículos de carga. A carreta desgovernada continuou arrastando e atingiu um Chevrolet Celta que estava estacionado próximo à cabeceira da ponte. O carro pertencia a um vigia de 41 anos, que estava sentado dentro do automóvel no momento da pancada. Com a força da colisão, o Celta foi arremessado para debaixo da ponte. Apesar do susto, o trabalhador sofreu apenas ferimentos leves. Segundo o Samu, ele foi socorrido e levado consciente para a UPA Santa Paula.
O trecho onde a tragédia aconteceu está passando por obras de manutenção. Testemunhas e motoristas que aguardavam na fila relataram dificuldades para trafegar no local devido aos solavancos no asfalto e à falta de sinalização adequada. A Polícia Rodoviária Estadual registrou a ocorrência. A Polícia Científica realizou a perícia no cenário do acidente, e a rodovia precisou permanecer bloqueada por mais de quatro horas.







