Pesquisa mostra que 52% das companhias combinam ferramentas digitais e contato presencial nas estratégias de venda e relacionamento.

Avanço da conectividade no campo leva empresas a combinar canais digitais e presenciais. Segundo o Índice Capella de Marketing Agro, 52% priorizam marketing híbrido.
O avanço da conectividade no campo está levando empresas do agronegócio a combinar ferramentas digitais e contato presencial nas estratégias de venda e relacionamento com produtores. Segundo o Índice Capella de Marketing Agro, 52% das empresas pesquisadas priorizam o marketing híbrido, que integra essas duas formas de atuação.
O marketing digital, quando utilizado de forma isolada, aparece como prioridade para 28% das empresas. Já o marketing físico, baseado nas ações presenciais, é a opção de 20%. A distribuição mostra a predominância de estratégias que incluem recursos digitais, acompanhando as mudanças no comportamento de compra dos produtores rurais.
A maior conexão da nova geração com a tecnologia exige adaptações dos canais comerciais. Segundo Capella, criador do índice, existe necessidade de equilibrar a presença online com visitas às propriedades, dias de campo e encontros em feiras e grandes eventos do setor. O relacionamento presencial integra, assim, a estratégia de aproximação com o produtor.
A primeira edição do índice reuniu 106 profissionais entre diretores de vendas e marketing, gerentes de comunicação e comerciais, supervisores e consultores técnicos. As respostas foram coletadas entre 10 de setembro e 10 de outubro de 2026, a partir de uma pergunta sobre o tipo de marketing priorizado pela empresa.
O levantamento combina abordagens quantitativas e qualitativas e abrange participantes de cidades do Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A proposta é mapear tendências para orientar ações das marcas junto ao público rural e o direcionamento de tempo e investimentos nas estratégias comerciais.







