Café arábica sobe e se aproxima dos 300 cents em Nova York nesta terça

Contrato de dezembro de 2026 avança 4,25 pontos enquanto robusta também valoriza em Londres com ganhos mais moderados

Café arábica sobe e se aproxima dos 300 cents em Nova York nesta terça
Mercado de café recupera ganhos no início de novembro de 2026

Preços futuros do café avançam em bolsas internacionais. Contrato dezembro/26 do arábica em Nova York sobe a 296,35 cents por libra-peso.

Os preços futuros do café voltaram a operar no campo positivo nas bolsas internacionais na manhã de terça-feira (3), dando continuidade à recuperação observada no primeiro pregão de novembro.

Em Nova York, o contrato dezembro/26 do café arábica era negociado a 296,35 cents por libra-peso, com alta de 4,25 pontos em relação ao fechamento anterior. O contrato março/27 subia 3,35 pontos, cotado a 283,90 cents, enquanto o maio/27 avançava 3,75 pontos, para 280,25 cents. O julho/27 era negociado a 277,40 cents por libra-peso, com valorização de 3,90 pontos.

Na Bolsa de Londres, o contrato janeiro/27 do café robusta trabalhava a US$ 3.244 por tonelada, com ganho de US$ 3. O março/27 subia US$ 4, para US$ 3.231 por tonelada, e o maio/27 também avançava US$ 4, negociado a US$ 3.226.

O movimento positivo dá sequência ao pregão de segunda-feira (2), quando os futuros do café encerraram o dia com altas superiores a 1% nas duas bolsas. Em Nova York, o dezembro/26 fechou a 292,10 cents por libra-peso, enquanto o janeiro/27 do robusta terminou a negociação a US$ 3.241 por tonelada em Londres.

Os estoques certificados da ICE continuam servindo de referência importante para a formação dos preços, especialmente no arábica. A disponibilidade restrita de café certificado oferece sustentação ao mercado, mesmo diante da volatilidade recente.

As perspectivas de oferta global permanecem sob acompanhamento dos investidores. O mercado segue atento ao desenvolvimento das próximas safras em origens importantes, como Brasil e Vietnã, além da evolução dos embarques e da recomposição dos estoques nos próximos meses. No Brasil, o andamento das condições climáticas nas áreas produtoras permanece como variável importante para as expectativas do mercado.