Mãe confessa assassinato de filhos de 1 e 5 anos no Paraná

Franciele Gawleta foi presa em flagrante após deixar corpos das crianças em carro abandonado perto de ponte entre Bandeirantes e Itambaracá

Mãe confessa assassinato de filhos de 1 e 5 anos no Paraná
Corpos das crianças estavam dentro de carro abandonado em ponte. Foto: Cléverson Rodrigues — 1 de 3
INFOGRÁFICO: rota feita pela mãe que confessou ter assassinado os filhos, no Paraná. — Foto: Arte g1

Mãe confessa ter asfixiado filhos enquanto dormiam em Arapongas e percorreu 145 km até estacionar próximo à ponte entre Bandeirantes e Itambaracá

Mãe confessa ter asfixiado filhos de 1 e 5 anos e abandonou corpos em carro no Paraná.

Os corpos de duas crianças, de 1 e 5 anos, foram encontrados dentro de um carro estacionado próximo à ponte entre Bandeirantes e Itambaracá, no Norte Pioneiro do Paraná, na quarta-feira (4). A mãe delas, Franciele Gawleta, foi presa em flagrante. De acordo com o delegado Denner Roque, da Polícia Civil (PC-PR), a mulher confessou ter asfixiado os filhos.

Franciele e os filhos viviam em Arapongas, no Norte do Paraná. A polícia apurou que ela sufocou as duas crianças enquanto elas dormiam, na quarta-feira (4). Depois, segundo a investigação, a mulher colocou os corpos dos filhos no carro e percorreu cerca de 145 quilômetros até estacionar próximo à ponte.

A apuração mostrou que ela escolheu aquele lugar por ser perto de Itambaracá, porque familiares moram na cidade e seria possível que eles buscassem os corpos. O local fica próximo ao Rio das Cinzas, na PR-436.

Antes de ser presa, Franciele enviou áudios a um familiar dizendo que havia deixado o veículo estacionado perto do Rio das Cinzas com os corpos dos filhos. “Então, eu deixei aberto. Tá bom? Aí você manda alguém vir. Vem socorrer eles [crianças] aqui”, disse na gravação.

Franciele foi localizada horas depois, perto de um pesqueiro da região. A Polícia Militar (PM-PR) recebeu a denúncia de pessoas que a viram e a prendeu em flagrante por homicídio. De acordo com o delegado, ela confessou o crime aos policiais militares no momento da prisão.

O caso está sob sigilo, conforme informou a Polícia Civil do Paraná.