Mercado de commodities registra movimento divergente, com proteína animal em alta enquanto grãos sofrem pressão de cotações internacionais.

A arroba do boi encerrou a semana em alta em São Paulo, enquanto a soja recuou quase 3% no período, refletindo pressão de cotações internacionais.
A arroba do boi encerrou a semana em alta em São Paulo, enquanto a soja acumulou queda de quase 3% no período.
O mercado de commodities registrou movimento divergente, com a proteína animal ganhando força nas cotações paulistas. A pressão sobre soja e milho partiu de movimentos na CBOT, bolsa de futuros americana, que influenciou diretamente a trajetória dos grãos no Brasil.
O milho apresentou recuperação após pregões anteriores de queda, interrompendo a sequência de baixas. Já a soja enfrentou seu terceiro pregão consecutivo de recuos, refletindo o cenário desafiador para a oleaginosa.
A arroba da novilha seguiu em trajetória de aproximação dos preços praticados para o boi no mercado interno, reduzindo a diferença entre as duas cotações de carne bovina.
Os preços do boi apresentaram movimento de alta em todo o Brasil, com novos patamares sendo formados. A cotação paulista, principal referência para o mercado interno, comandou o movimento altista da proteína animal na semana.
O cenário internacional continua determinante para a trajetória das commodities no Brasil. A pressão vinda de Chicago, onde funciona a CBOT, mantém influência direta sobre os preços de soja e milho negociados internamente, enquanto o café também enfrentou perdas em cotações em Nova York.
Os próximos pregões devem manter a atenção sobre o desempenho da soja e milho em Chicago e possíveis novos patamares para a arroba do boi no mercado doméstico.






