Ex-presidente se prepara para operação de hérnias inguinais.

Bolsonaro se prepara para cirurgia de hérnias inguinais, que durará cerca de 4 horas.
Preparativos para a cirurgia
O ex-presidente Jair Bolsonaro está a caminho de mais um procedimento cirúrgico, desta vez para tratar de duas hérnias inguinais. A operação está agendada para a manhã de 25 de dezembro de 2025, e a expectativa é que dure cerca de quatro horas. Este tipo de hérnia ocorre quando uma parte do intestino ou outro tecido interno se projeta para fora através de um ponto enfraquecido da musculatura abdominal, resultando em um inchaço que pode ser doloroso. A cirurgia visa reposicionar esse tecido e pode ser realizada com o uso de videolaparoscopia ou através de um corte maior na região afetada.
Entendendo as hérnias inguinais
As hérnias inguinais são bastante comuns e podem afetar tanto homens quanto mulheres, embora sejam mais frequentes nos homens. No caso de Bolsonaro, o abaulamento foi identificado na virilha. Esse tipo de cirurgia geralmente envolve a colocação de uma tela sintética para reforçar a parede abdominal e prevenir a recorrência da hérnia.
Detalhes do procedimento
Durante a cirurgia, os médicos utilizarão anestesia geral para garantir que o paciente não sinta dor. A operação não apenas busca aliviar os sintomas, mas também prevenir complicações futuras que podem surgir devido a hérnias não tratadas. O ex-presidente já passou por outras cirurgias desde o ataque sofrido em 2018, e essa será sua oitava intervenção cirúrgica. Essa estatística destaca a complexidade de sua saúde desde o incidente, tornando cada procedimento uma preocupação tanto médica quanto pública.
O que vem a seguir
Após a cirurgia, Bolsonaro deverá seguir um protocolo de recuperação, que pode incluir repouso e acompanhamento médico. A expectativa é que ele receba alta em um período razoável, dependendo da sua recuperação. A operação está sendo monitorada de perto, dado o histórico médico do ex-presidente e a atenção que suas condições de saúde atraem na sociedade brasileira.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: Fábio Vieira/Metrópoles





