Advogado afirma que ex-assessor de Bolsonaro não utilizou sua conta no LinkedIn.

Defesa de Filipe Martins protocolou petição no STF apresentando provas de que ele não acessou o LinkedIn.
A situação de Filipe Martins, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, está em destaque devido a novas alegações de sua defesa. A equipe jurídica do ex-assessor apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um relatório que comprova que Martins não acessou sua conta no LinkedIn, desafiando a acusação que levou à sua prisão.
Contexto da prisão de Filipe Martins
Martins foi detido em 2 de janeiro de 2026, após ser acusado de descumprir medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes. Ele estava em prisão domiciliar desde 26 de dezembro de 2025, quando as restrições incluíam a proibição de uso de redes sociais. A alegação de que Martins teria utilizado uma plataforma digital levou à reavaliação de sua situação.
Detalhes da defesa apresentada
O advogado Jeffrey Chiquini, que defende Martins, protocolou uma nova petição no STF, argumentando que as evidências demonstram a inocência do ex-assessor. Chiquini mostrou um relatório do LinkedIn que indica que o último acesso à conta de Martins foi realizado em setembro de 2024, por um advogado a partir dos Estados Unidos. Ele enfatizou que esse acesso foi feito antes da prisão domiciliar e não por Martins.
Chiquini afirmou que o IP do acesso é dos Estados Unidos, sugerindo que o login foi feito pela equipe legal de Martins.
O advogado criticou as acusações, afirmando que não houve violação das condições impostas por Moraes, já que a denúncia não mencionava especificamente o login em contas de redes sociais.
Implicações e próximos passos
Com a nova evidência apresentada, o processo de Martins foi enviado para análise de Moraes. A defesa espera que isso resulte na revogação da prisão, considerando-a injusta. A situação de Filipe Martins segue sendo monitorada, e a expectativa é que o STF tome uma decisão em breve.
A repercussão do caso levanta questões sobre a liberdade de expressão e as condições de detenção de figuras públicas envolvidas em investigações relacionadas ao governo anterior. A defesa de Martins continua a buscar a absolvição, reforçando que as alegações contra ele são infundadas e baseadas em interpretações errôneas das evidências disponíveis.
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Fonte: www.metropoles.com





