O programa Feira Verde entregou mais de 1,2 mil toneladas de alimentos em Ponta Grossa ao longo de 2025. Os dados foram consolidados pela Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento e confirmam o alcance da iniciativa da Prefeitura de Ponta Grossa.
Ao longo do ano, o programa realizou mais de 92 mil atendimentos em mais de 200 pontos de troca distribuídos entre as áreas urbana e rural do município.
Troca de recicláveis garante alimento e sustentabilidade
O Feira Verde permite que moradores troquem materiais recicláveis por frutas, verduras e outros alimentos, fortalecendo a segurança alimentar e incentivando o descarte correto de resíduos.
Segundo o secretário municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Izaltino Cordeiro dos Santos, o programa cria benefícios em cadeia. “É um ciclo virtuoso que beneficia os produtores da agricultura familiar, os moradores que recebem alimentos perto de casa e toda a população, com ganhos ambientais”, destacou.
Impacto ambiental positivo em Ponta Grossa
Além da entrega de alimentos, o Feira Verde teve papel importante na preservação ambiental. Entre janeiro e novembro, foram recolhidas mais de 3,4 mil toneladas de materiais recicláveis e 39,3 mil pneus durante as ações nos bairros de Ponta Grossa.
O trabalho ajuda a reduzir o descarte irregular e o reaproveitamento correto dos resíduos sólidos.
Atendimento contínuo nos bairros
Durante todo o ano, três equipes do Feira Verde atuaram de segunda a sexta-feira em todas as regiões da cidade. As visitas ocorreram sempre no mesmo dia e horário da semana, facilitando a organização dos moradores.
“Quero valorizar o trabalho das nossas equipes, que rodaram milhares de quilômetros ao longo do ano, e agradecer à população que acredita no programa e se mobiliza para garantir alimentos saudáveis em casa”, reforçou o secretário.
Programação de 2026 já começa em janeiro
Em 2026, o Feira Verde terá início já no mês de janeiro. Assim como em anos anteriores, o programa também será aliado no combate à dengue, evitando o acúmulo de materiais que podem se transformar em criadouros do mosquito Aedes aegypti.
As visitas aos pontos de troca começam na segunda quinzena de janeiro, e a programação completa será divulgada nos próximos dias.





