Presidente do Congresso destaca pacto nacional para combate ao feminicídio e fortalece diálogo institucional
Davi Alcolumbre reforça que a união dos poderes é essencial para combater a violência contra mulheres no Brasil.
Confira a programação completa do pacto nacional de enfrentamento ao feminicídio
04 de fevereiro: Assinatura do Pacto Nacional – Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio
Participantes principais: Davi Alcolumbre (presidente do Congresso Nacional), Luiz Inácio Lula da Silva (presidente da República), Hugo Motta (presidente da Câmara), Edson Fachin (presidente do STF), Rosângela Lula (primeira-dama)
União dos poderes como estratégia fundamental para o combate à violência de gênero
A união dos poderes foi o principal tema ressaltado por Davi Alcolumbre em seu discurso no dia 4 de fevereiro, durante a assinatura do Pacto Nacional – Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. Para o presidente do Congresso, a colaboração entre as instituições brasileiras é imprescindível para enfrentar o grave problema da violência doméstica e de gênero. Ele alertou contra as “narrativas de agressões” que tentam criar conflitos entre os Poderes, reforçando que esses episódios não refletem a realidade das instituições, que estão alinhadas em seus propósitos.
O papel simbólico e político do pacto contra o feminicídio
O ato oficial contou com a participação da primeira-dama Rosângela Lula, cuja iniciativa foi abraçada por diversas instituições do país, evidenciando um compromisso conjunto e ampliado na luta contra o feminicídio. Alcolumbre destacou esse gesto como uma “demonstração clara” da força das instituições quando atuam de forma alinhada. Ele enfatizou ainda que a defesa das instituições precisa ser constante e transparente para evitar que falsas informações ganhem espaço e prejudiquem a confiança pública.
Impactos e desafios do pacto nacional para a população
O Congresso Nacional, sob a liderança de Davi Alcolumbre, reafirmou seu compromisso com as demandas reais da população, entre elas o enfrentamento à violência doméstica. O pacto propõe uma atuação integrada dos Três Poderes para promover a prevenção, proteção às vítimas, responsabilização dos agressores e garantia de direitos das mulheres. Reconhece a violência contra a mulher como uma crise estrutural que exige medidas articuladas e eficazes em todo o território nacional.
Objetivos e ferramentas do pacto para o enfrentamento ao feminicídio
Entre os objetivos centrais do pacto estão a agilização no cumprimento das medidas protetivas de urgência, o fortalecimento das redes de apoio e enfrentamento à violência contra meninas e mulheres, e a disseminação de informações sobre direitos e canais de denúncia. Um recurso importante lançado junto com o pacto foi o portal TodosPorTodas.br, que reúne dados atualizados sobre feminicídios no Brasil e oferece orientações para denúncias e acesso a serviços.
A importância da transparência e da comunicação para a eficácia do pacto
A integração dos Três Poderes no combate à violência de gênero depende não apenas da formulação de políticas, mas também da transparência e da comunicação eficiente com a sociedade. O pacto nacional reforça a necessidade de divulgação ampla das informações sobre direitos das mulheres e dos mecanismos disponíveis para proteção, garantindo que as políticas públicas atinjam de fato as pessoas que delas necessitam. A união dos poderes, conforme ressaltado por Alcolumbre, é o caminho para avançar nesse cenário delicado e urgente.





