Diretor-geral da Polícia Federal afirmou a Fachin que documentos eram análises regulares de inteligência

O diretor-geral da Polícia Federal negou haver monitoramento direcionado ao ministro Mendonça e afirmou que os relatórios eram análises regulares enviadas ao STF.
O diretor-geral da Polícia Federal negou, nesta quinta-feira (11), que houvesse monitoramento direcionado do ministro Mendonça.
Em apresentação ao ministro Luiz Fux do Supremo Tribunal Federal, o diretor-geral afirmou que os documentos eram análises regulares de inteligência e que foram enviados ao STF conforme ordem do ministro Alexandre de Moraes.
Segundo a Polícia Federal, os relatórios em questão integram procedimentos rotineiros de acompanhamento. A instituição argumenta que as atividades de inteligência são ordinárias e fazem parte das atribuições da corporação.
O diretor-geral reafirmou que as análises seguiram protocolos internos padrão. Conforme a PF, cada documento foi produzido dentro de procedimentos estabelecidos pela instituição.
A apresentação ocorre em meio a investigações sobre a atuação da Polícia Federal em casos que envolvem ministros do Supremo Tribunal Federal. O ministro Fux conduz análise dos relatórios questionados.
A defesa da Polícia Federal quanto aos documentos será considerada no prosseguimento das investigações no tribunal.





