Equipe de 10 militares, cães farejadores e 4 toneladas de equipamentos integram missão brasileira de busca e resgate após terremoto severo

Dez bombeiros paranaenses, com cães de busca e 4 toneladas de aparelhos, embarcam rumo à Venezuela para integrar operação humanitária após terremoto de quarta-feira.
A missão de resgate na Venezuela ganhou força com o embarque da equipe paranaense nesta sexta-feira (26) pela Base Aérea de Congonhas, em São Paulo. Dez bombeiros do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) integram a operação coordenada pelo Governo Federal, juntamente com profissionais de São Paulo, Minas Gerais e equipes de apoio especializadas.
Estrutura e composição da missão
A operação de Busca e Resgate em Estruturas Colapsadas (BREC) reúne 44 integrantes no total, incluindo militares estaduais, técnicos da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e profissionais da saúde. O Paraná contribui não apenas com pessoal treinado, mas também com dois cães farejadores e aproximadamente 4 toneladas de equipamentos especializados para operações em cenários de desastre.
Cronograma de deslocamento
Os bombeiros paranaenses seguem trajeto organizado em duas etapas. Saíram de Curitiba e Guarapuava na quinta-feira (25), convergindo para São Paulo onde se uniram aos demais componentes da missão. A aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) fará escala em Boa Vista (RR) para reabastecimento antes do voo final, com tempo estimado de deslocamento de aproximadamente seis horas até o destino final na Venezuela.
Contexto do desastre
O terremoto severo que atingiu a Venezuela na quarta-feira (24) deixou a região em situação crítica, demandando resposta internacional de emergência. A missão brasileira representa compromisso humanitário do país com nação vizinha, demonstrando coordenação entre instituições federais e estaduais para operações de alta complexidade.
Próximos passos operacionais
Ao chegar ao país, as equipes instalarão base de operações com montagem de acampamento e estrutura de apoio logístico. Os trabalhos de busca e resgate em estruturas colapsadas exigem preparação técnica rigorosa e coordenação entre agências especializadas. A presença de cães de busca amplia capacidade operacional para localizar sobreviventes em escombros.





