Governadora do Distrito Federal afirma que o Banco de Brasília enfrenta problemas temporários e ressalta sua solidez histórica

Celina Leão rejeita ideia de privatização do BRB, classificando a crise atual como pontual e resultado de má gestão anterior.
Contexto da crise e negação da privatização do BRB
A privatização do BRB não está nos planos do governo do Distrito Federal, afirmou a governadora Celina Leão em entrevista concedida em 20 de abril de 2026. Ela classificou a situação atual do banco como uma crise pontual, resultado de uma gestão inadequada anterior, e não como um problema estrutural que justificaria a venda da instituição.
Histórico e importância do Banco de Brasília para o DF
Com mais de seis décadas de atuação, o Banco de Brasília tem sido uma peça fundamental na economia do Distrito Federal. Para a governadora, o banco é sólido e tem contribuído regularmente para a arrecadação tributária do governo regional, recolhendo cerca de R$ 1,7 bilhão em impostos. Essa relevância econômica sustenta a posição de que o BRB não apresenta prejuízos constantes que justificariam uma privatização.
Análise da gestão passada e seus impactos recentes
Celina Leão atribuiu a crise enfrentada pelo BRB à “péssima gestão” promovida pelo ex-diretor Paulo Henrique. Segundo a governadora, os problemas recentes são frutos dessa administração anterior e estão sendo corrigidos, o que reforça a visão de que o banco está em processo de recuperação e estabilização.
Discussões sobre privatização e o papel do setor público
A governadora enfatizou que a privatização deve ser considerada apenas quando uma empresa pública apresenta prejuízos contínuos ao Estado. No caso do BRB, ela defende que a instituição não se enquadra nesse cenário, mantendo sua função estratégica para o desenvolvimento econômico local e para o suporte financeiro à população do Distrito Federal.
Perspectivas para a gestão futura e estabilidade do BRB
Com a crise pontual sendo enfrentada, a expectativa da administração atual é restabelecer a estabilidade do BRB e garantir que ele continue desempenhando seu papel social e econômico. A governadora reafirmou o compromisso de manter o banco sob gestão pública, visando segurança financeira e geração de recursos para o governo regional.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br
Fonte: Reprodução/CNN





