Colunista de jornal defende resistência contra governo Lula em artigo de opinião

Texto compara situação política atual com perseguições históricas e invoca narrativa religiosa para incentivar perseverança

Colunista de jornal defende resistência contra governo Lula em artigo de opinião
Imagem de apoio ao artigo de opinião publicado na seção Vozes

Colunista publica reflexão sobre reação de apoiadores do governo anterior às eleições presidenciais, utilizando referencias históricas e religiosas

Colunista publica artigo de opinião refletindo sobre reações de apoiadores do governo anterior às eleições presidenciais de 2026.

O texto relata que nos últimos dias o autor recebeu procura de amigos desapontados com o resultado das eleições. Segundo o colunista, alguns consideram desistir de tudo e deixar o país, enquanto outros expressam indignação com familiares que apoiaram a candidatura do presidente eleito e celebraram sua vitória.

O autor menciona conversa em que uma amiga teria perguntado: “Por que Deus permitiu que isso acontecesse, Paulo?” Em resposta, o colunista oferece reflexão religiosa sobre sofrimentos presentes como possíveis sinais de redenção futura.

O texto relata encontro com empresário descrito como de sucesso, que procurou o colunista no Dia de Finados relatando dificuldades para dormir à noite devido a preocupações com futuro de filhos e netos.

Em resposta, o colunista narra história de Viktor Frankl, identificado como renomado médico psiquiatra austro-húngaro especializado em tratamento de pacientes depressivos. Segundo o relato, Frankl obteve visto de imigração para os Estados Unidos em 1941, durante ocupação nazista da Viena, mas enfrentava dilema: o documento valia apenas para ele, enquanto pais idosos teriam permanecido na Áustria nazificada.

O colunista descreve episódio em que Frankl teria visitado casa dos pais e encontrado pedra sobre mesa. De acordo com o texto, o fragmento havia sido recolhido pelo pai de Frankl nas ruínas de sinagoga destruída pelos nazistas. O colunista relata que Frankl notou letra do alfabeto hebraico gravada na pedra, identificada como Kaf, letra inicial de mandamento divino.