Ministro da Fazenda critica medidas protecionistas norte-americanas contra produtos brasileiros e reafirma compromisso com equilíbrio fiscal

Em manifestação nesta quinta-feira, ministro critica imposições tarifárias dos EUA e sustenta que Brasil mantém solidez nas contas públicas
Ministro reafirma solidez econômica diante de tarifas dos EUA
O ministro da Fazenda Dario Durigan criticou nesta quinta-feira, em Brasília, as tarifas impostas pelo governo norte-americano sobre produtos brasileiros, afirmando que a estabilidade econômica será mantida apesar das medidas protecionistas.
Crítica às medidas protecionistas norte-americanas
Durigan manifestou desaprovação às políticas tarifárias adotadas pelos Estados Unidos, considerando-as prejudiciais ao comércio bilateral. O ministro salientou que tais instrumentos representam obstáculos injustificados ao livre fluxo de mercadorias entre as nações.
A posição reafirma a linha diplomática brasileira de resistência às barreiras comerciais enquanto busca manter relações institucionais com Washington. O governo segue acompanhando negociações que possam reverter ou mitigar os impactos das tarifas sobre setores estratégicos da economia.
Compromisso com a estabilidade macroeconômica
Apesar do cenário externo desafiador, Durigan enfatizou o compromisso do Brasil em preservar a estabilidade econômica e a solidez das contas públicas. A declaração busca tranquilizar mercados e investidores sobre a capacidade do país em absorver choques externos sem comprometer seus fundamentos fiscais.
A manutenção da disciplina orçamentária e do controle inflacionário permanece como pilar central da política econômica do governo. Essas medidas refletem a determinação de insular a economia doméstica de volatilidades internacionais.
Contexto das relações comerciais
As tarifas dos EUA sobre produtos brasileiros integram tensões comerciais mais amplas na agenda bilateral. O Brasil, como maior economia da América Latina, busca equilibrar respostas firmes com pragmatismo diplomático.
O ministério da Fazenda continuará monitorando desenvolvimentos e coordenando políticas com outros órgãos para proteger interesses econômicos nacionais. A estabilidade reafirmada por Durigan dependerá também de fatores como crescimento do PIB e desempenho das exportações.







