Governador reeleito do Ceará afirma que é a primeira vez em quase 300 anos que estado atinge essa marca, com menor taxa de desemprego.

Elmano de Freitas destacou à CNN que o Ceará atingiu pela primeira vez em sua história mais trabalhadores formais que beneficiários do Bolsa Família.
O governador reeleito do Ceará, Elmano de Freitas (PT), afirmou em entrevista ao CNN 360º desta quinta-feira (15) que o estado atingiu pela primeira vez em sua história mais trabalhadores com carteira assinada do que beneficiários do Bolsa Família.
“O Ceará tem quase 300 anos. Pela primeira vez na história, o Ceará tem mais trabalhador de carteira assinada do que beneficiário do Bolsa Família”, declarou.
Elmano atribuiu a conquista à parceria entre o governo estadual e o governo federal, destacando também que o Ceará registra a menor taxa de desemprego de sua história. O governador citou outras realizações em seu governo e do federal no estado, incluindo a retomada do programa Minha Casa Minha Vida com mais de 70 mil casas em construção, a instalação do primeiro Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), a criação de um polo automotivo e um data center do TikTok.
No contexto eleitoral, Elmano estabeleceu metas ambiciosas para o segundo turno presidencial. No primeiro turno, o presidente Lula obteve cerca de 63% dos votos no Ceará. “Nós temos uma meta de alcançar mais de 70% dos eleitores cearenses votando no presidente Lula”, afirmou.
O governador também destacou que o Ceará possui uma das menores taxas de abstenção do país, em torno de 15%, e que o objetivo é reduzi-la ainda mais durante o segundo turno.
Questionado sobre um eventual cenário de derrota de Lula no segundo turno, Elmano foi enfático ao criticar o governo anterior de Jair Bolsonaro. Segundo ele, durante aquele período, quando o Ceará era comandado por Camilo Santana (PT-CE), o estado enfrentou paralisação de obras em escolas, interrupção da conclusão de casas do programa habitacional, parada das obras da ferrovia Transnordestina e precariedade nas rodovias federais.
“Pela experiência que tivemos no Ceará, nós só temos a lamentar um governo que tivemos do Jair Bolsonaro”, disse.
Elmano afirmou que, sob o comando de Bolsonaro, o Ceará foi vítima de discriminação e que o ex-presidente nunca o recebeu em audiência. “Ele olhava o estado com base no partido do governador”, acrescentou.







