Federação Industrial de São Paulo repudia forma açodada e eleitoral no texto da MP, apontando violação ao livre mercado

Fiesp manifesta repúdio à forma açodada e sob apelo eleitoral na condução da Medida Provisória do Frete, citando incompatibilidade com princípios de livre mercado.
Fiesp repudia condução da Medida Provisória do Frete
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) divulgou nota à imprensa manifestando repúdio à forma açodada e sob nítido apelo eleitoral na condução do texto da Medida Provisória do Frete. Segundo a entidade, a abordagem atual compromete princípios essenciais de competição.
Crítica ao marco regulatório anterior
A federação aponta que a Lei 13.703, promulgada em 2018, já apresentava problemas significativos ao atingir mecanismos de livre mercado. A entidade argumenta que a Medida Provisória do Frete perpetua e potencializa essa tendência regulatória problemática, afastando ainda mais o setor de práticas competitivas saudáveis.
Preocupações com viés eleitoral
A Fiesp destaca que a condução da Medida Provisória do Frete revela “nítido apelo eleitoral” na formulação do texto. Essa perspectiva sugere que decisões sobre o marco regulatório do setor logístico estão sendo influenciadas por calendário político, em vez de análise técnica e consenso entre stakeholders.
Impacto no setor logístico
A indústria brasileira, dependente de infraestrutura logística eficiente, enfrenta pressões regulatórias que podem afetar custos operacionais e competitividade. A Medida Provisória do Frete toca diretamente nessa engrenagem crítica da economia nacional.
Posicionamento da federação
A Fiesp reafirma sua posição de defesa do livre mercado como mecanismo mais eficaz para geração de eficiência econômica. A entidade sugere que políticas públicas devem ser construídas mediante diálogo transparente, técnico e apartidário, afastadas de pressões eleitorais imediatas.





