Pré-candidato à Presidência afirma que principais quadros do PP e Republicanos o apoiam nos estados, apesar da falta de aliança nacional formal

Em sabatina, senador afirmou que embora PP e Republicanos não formalizem aliança nacional, seus principais quadros o apoiam na campanha presidencial.
O senador Flávio Bolsonaro minimizou nesta terça-feira (4) a decisão de partidos de centro e direita de não formalizarem apoio à sua candidatura presidencial para 2026. Durante sabatina promovida por portal de notícias e empresa de educação, o pré-candidato afirmou que os principais quadros das legendas estarão ao seu lado independentemente de aliança nacional formal.
Apoio de lideranças em estados
Flávio Bolsonaro candidatura 2026 conta com o respaldo de nomes influentes nas legendas que se mantêm neutras nacionalmente. O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos), a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) e a ex-ministra Tereza Cristina (PP-MS) foram citados como exemplos de apoiadores. O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite (PP), e a deputada Simone Marquetto (PP-SP) também integram a campanha.
“Os principais quadros técnicos, qualificados, testados e aprovados de todos os partidos praticamente estão comigo na campanha”, declarou o senador, argumentando que essa estrutura se manteria mesmo após o anúncio do vice-presidente.
Estratégia de convencimento até o último momento
Apesar da falta de aliança formal, Flávio afirmou que seguirá negociando com as legendas até a última oportunidade. O objetivo é ampliar o tempo de propaganda eleitoral na televisão, recurso fundamental para qualquer candidatura presidencial. Essa estratégia reflete a importância que os partidos ainda representam na campanha, mesmo com apoios individualizados de lideranças políticas.
Palanques confirmados em 22 estados
O pré-candidato informou que sua campanha já fechou palanques em 22 estados brasileiros, demonstrando uma estrutura descentralizada que não depende exclusivamente de alianças nacionais formalizadas. Essa configuração permite que lideranças regionais apóiem sua candidatura sem comprometer a postura institucional de seus respectivos partidos.
A abordagem de Bolsonaro revela uma adaptação às dificuldades de construir coligações amplas no cenário político atual, transformando limitações em estratégia de campanha centrada em apoios dirigidos e estruturas estaduais consolidadas.





