Sóstenes Cavalcante defende preservação da carga tributária para clubes.

A alíquota de 5% para Sociedades Anônimas do Futebol foi mantida após acordo na Câmara, segundo Sóstenes Cavalcante.
A importância da alíquota de SAFs para o futebol brasileiro
A manutenção da alíquota de 5% para as Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs) representa um passo significativo para a competitividade e a sustentabilidade financeira dos clubes no Brasil. O deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), líder do PL na Câmara, destacou que essa decisão evita um grande prejuízo ao esporte nacional, criando um ambiente mais favorável para que os clubes possam se desenvolver e competir em alto nível.
O cenário atual das SAFs
A proposta de aumento da alíquota para 8,5%, que havia sido inicialmente discutida, gerou grande mobilização entre os clubes, que temiam as consequências negativas para suas operações. A decisão de manter a taxa em 5% foi vista como uma vitória, especialmente em um momento em que a modernização do futebol brasileiro é crucial. Segundo Sóstenes, essa medida é essencial para garantir a continuidade dos investimentos e a gestão responsável nas SAFs, que têm se mostrado um modelo mais transparente em comparação ao tradicional formato associativo.
O papel da Câmara na decisão
A Câmara dos Deputados, através de um acordo entre lideranças, acatou o destaque do PL, que manteve a alíquota em 5%. O relator do projeto que regulamentou as SAFs, deputado Fred Costa (PRD-MG), enfatizou que a redução foi um “gol de placa”, evitando que os clubes enfrentassem um retrocesso em suas finanças. Ele argumentou que mudar a alíquota durante a “partida” seria um desserviço ao futebol brasileiro.
Reações e implicações
Vários clubes, como Atlético-MG, Cruzeiro e Vasco, manifestaram-se contra o aumento da alíquota, o que evidencia a relevância da decisão para a saúde financeira das instituições. A manutenção da carga tributária baixa é vista como um incentivo ao crescimento e à modernização do esporte, permitindo que os clubes brasileiros se equiparem aos grandes times do mundo.
O modelo das SAFs foi concebido com o intuito de atrair investidores e proporcionar uma gestão mais eficiente, e a manutenção da alíquota de 5% é considerada fundamental para o sucesso dessa proposta. A decisão da Câmara reafirma o compromisso com a competitividade do futebol nacional e a saúde financeira dos clubes, pilares essenciais para o desenvolvimento do esporte no Brasil.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br
Fonte: Câmara dos Deputados





