O ministro do STF determina audiência para reanálise das acusações.

O ministro Alexandre de Moraes reabriu o processo contra Alexandre Ramagem, aumentando suas chances de pena.
O impacto da cassação
O recente desdobramento no caso de Alexandre Ramagem, que teve seu mandato cassado, traz novas implicações legais. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, reabriu o processo contra Ramagem, que se encontra foragido nos Estados Unidos. Essa reabertura é significativa, pois permite que o ex-deputado enfrente novas acusações que podem aumentar a gravidade de sua situação judicial.
O histórico do caso
Ramagem havia sido condenado a 16 anos e 1 mês de prisão por sua participação em uma trama golpista que buscou reverter os resultados das eleições de 2022, quando Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito presidente. Contudo, a cassação de seu mandato, decretada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, em 18 de dezembro de 2025, permitiu que o processo fosse retomado, pois anteriormente algumas ações estavam suspensas devido à imunidade parlamentar.
Novas acusações e possíveis consequências
As novas acusações contra Ramagem incluem crimes de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado, relacionados aos ataques ocorridos em 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram alvo de vandalismo. A reabertura do processo pode resultar em uma pena ainda mais severa para o ex-parlamentar, aumentando suas chances de enfrentar uma longa pena de prisão.
Próximos passos
Uma audiência de instrução foi agendada para o dia 5 de fevereiro de 2026, que será realizada por videoconferência. Durante essa audiência, testemunhas tanto da defesa quanto da acusação, representada pela Procuradoria-Geral da República, serão ouvidas. Esse novo capítulo do caso Ramagem enfatiza as complexidades legais que cercam a política brasileira, especialmente em tempos de crise institucional. A sociedade acompanha atentamente os desdobramentos desse processo, que poderá influenciar a percepção pública sobre a integridade no governo e a justiça no Brasil.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto





