Passaporte de Eliza Samudio é encontrado em Portugal e gera novas questões

Consulado brasileiro aguarda instruções sobre o caso.

Passaporte de Eliza Samudio é encontrado em Portugal e gera novas questões
Passaporte de Eliza Samudio encontrado em Lisboa.

O consulado brasileiro em Lisboa confirma a localização de um passaporte antigo de Eliza Samudio, reacendendo o interesse pelo caso.

O achado de um passaporte antigo de Eliza Samudio em Lisboa trouxe à tona novos questionamentos sobre um dos crimes mais impactantes do Brasil. O consulado brasileiro na capital portuguesa confirmou que um morador encontrou o documento entre livros em um apartamento.

O que se sabe sobre a localização do passaporte

O consulado informou que imediatamente comunicou o Itamaraty sobre a descoberta. Em uma nota oficial, o órgão esclareceu que está aguardando orientações de Brasília sobre como proceder com o documento. O passaporte, datado de 2007, apresenta um carimbo de entrada em Portugal, mas não possui registros de saídas ou novas entradas em outros países.

Detalhes do documento

  • Data de entrada: Maio de 2007
  • Estado de conservação: Intacto, mesmo após anos
  • Ausência de registros adicionais: Sem segunda via ou anotações

A situação do passaporte reacende o interesse público sobre o assassinato de Eliza Samudio, que ocorreu em 2010. Apesar de várias condenações, os restos mortais da vítima nunca foram encontrados, deixando o caso envolto em mistério.

O papel do consulado

O Consulado-Geral do Brasil em Lisboa enfatizou a diferença entre as funções do consulado e da embaixada, afirmando que ambos têm atribuições distintas. A comunicação com o Itamaraty foi feita para garantir que todos os procedimentos legais sejam seguidos ao lidar com o passaporte encontrado.

Próximos passos

O consulado afirmou que novas informações sobre o caso só serão divulgadas após o recebimento de instruções do Itamaraty. O passaporte permanece sob a custódia das autoridades brasileiras em Portugal, enquanto o caso continua a ser monitorado tanto pelas autoridades quanto pela opinião pública.

Fonte: tnonline.uol.com.br