Quaest mostra Celina Leão com 50% e Leandro Grass com 35% no segundo turno do DF

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira apresenta cenário estimulado com votos totais para a disputa pelo governo do Distrito Federal

Quaest mostra Celina Leão com 50% e Leandro Grass com 35% no segundo turno do DF
Pesquisa de segundo turno para governo do Distrito Federal em 2026

Instituto Quaest divulgou nesta quarta-feira (21) nova pesquisa de intenção de votos para o governo do Distrito Federal. Celina Leão aparece com 50% e Leandro Grass com 35%.

O instituto Quaest divulgou nesta quarta-feira (21) uma nova pesquisa de intenção de votos para o governo do Distrito Federal nas eleições 2026. De acordo com os dados divulgados pelo site G1, Celina Leão (PP) tem 50% e Leandro Grass (PT) soma 35%.

Na última pesquisa Quaest realizada antes do primeiro turno, publicada na véspera da votação em 3 de outubro, Celina Leão aparecia com 53% das intenções de votos válidos e Leandro Grass registrava 32%, com margem de erro de 2 pontos percentuais.

Os resultados da urna no primeiro turno apontaram cenário próximo às projeções do instituto. Celina recebeu 49,93% dos votos válidos, enquanto Grass conquistou 34,47%.

A Quaest apresentou um cenário estimulado para o segundo turno, ou seja, quando a lista com os concorrentes é mostrada antes da resposta dos entrevistados. O levantamento inclui votos totais, contabilizando brancos, nulos e indecisos.

As pesquisas de intenção de voto funcionam como uma leitura de momento baseada em amostras representativas da população. Segundo especialistas, fatores como métodos de entrevistas, composição e número da amostra, além da forma como uma pergunta é formulada, podem influenciar nos resultados.

Em pleitos anteriores, como nas eleições de 2022, pesquisas eleitorais apontaram discrepâncias relevantes em relação aos votos registrados nas urnas. As pesquisas de intenção de voto funcionam como ferramenta de informação ao eleitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.