Candidato do PSD ao Governo do Paraná visita Agroleite em Castro e reafirma compromisso com setor produtivo

Candidato do PSD ao Governo do Paraná enfatiza importância do investimento no agro e valorização do produtor rural durante agenda em cooperativa leiteira.
Investimento no agro como prioridade estratégica
Sandro Alex reafirmou nesta segunda-feira (3) que o investimento no agro será uma das prioridades de sua gestão caso eleito ao Governo do Paraná. Durante visita à Agroleite em Castro, o candidato do PSD dialogou com produtores e cooperativistas sobre as demandas do setor leiteiro, um dos pilares da economia regional.
O pré-candidato argumenta que a agricultura paranaense necessita de políticas articuladas entre financiamento rural, modernização de infraestrutura e acesso a mercados. Segundo sua avaliação, o estado possui condições para ampliar sua participação no mercado nacional e internacional de produtos agrícolas.
Respeito ao homem do campo em foco
Além de investimentos estruturais, Sandro Alex destacou a importância de reconhecer e valorizar o trabalho do produtor rural. A agenda buscou ouvir diretamente cooperativistas e pequenos e médios agricultores sobre seus desafios cotidianos.
A cooperativa leiteira de Castro, região historicamente ligada à produção de lácteos, funciona como exemplo de organização que Alex utiliza para discutir modelos de desenvolvimento sustentável e rentável para o campo paranaense.
Perspectivas eleitorais e apoio rural
A visita integra estratégia de campanha do PSD no interior do Paraná, buscando consolidar apoio entre eleitores do setor agropecuário. Candidatos ao governo estadual têm intensificado agendas em cooperativas e propriedades rurais para demonstrar alinhamento com demandas produtivas.
O posicionamento de Sandro Alex em relação ao agro reflete debate mais amplo sobre o papel do estado no fomento a atividades econômicas tradicionais, especialmente em contexto de pressões ambientais e competição de mercado global.
Desafios do setor leiteiro paranaense
O cooperativismo lácteo enfrenta pressões estruturais: oscilação de preços internacionais, custos crescentes de produção e necessidade de investimento em tecnologia. Conversas com produtores evidenciam expectativas de políticas que mitiguem essas vulnerabilidades sem comprometer viabilidade econômica das propriedades.





