Raimundo César é acusado de matar ex-esposa e fugiu usando motocicleta da vítima em Arara

Homem suspeito de matar ex-esposa na Paraíba enviou áudio à mãe da vítima e fugiu, polícia faz buscas na zona rural.
Suspeito de feminicídio gera alerta de segurança no interior da Paraíba
Na manhã de quarta-feira, 7 de janeiro de 2026, o município de Arara, região do Curimataú na Paraíba, foi palco de um crime que expõe a urgência de políticas efetivas contra a violência doméstica e feminicídio. Raimundo César Pereira Faustino é apontado como suspeito de assassinar a tiros sua ex-esposa, Ascleia Ferreira da Silva, que trabalhava na Unidade Básica de Saúde local e era mãe de dois filhos.
Contexto do crime e repercussão
O assassinato ocorreu em meio a um relacionamento marcado por resistência ao término. Segundo o delegado Diógenes Fernandes, responsável pela investigação, Raimundo não aceitava o fim da relação e, após o ato, enviou um áudio à mãe da vítima confessando o homicídio. No áudio, ele expressa ter “chorado por sete dias” e indica que agora “quem vai chorar é ela”, numa referência à ex-sogra, demonstrando uma violência psicológica que se soma ao crime brutal.
A fuga do suspeito se deu em cima da motocicleta da própria vítima, dificultando as buscas que a Polícia Civil conduz na zona rural de Arara. O pedido de prisão preventiva já foi protocolado para acelerar as medidas judiciais necessárias.
Impactos para a comunidade e segurança pública
Este episódio reforça a necessidade de atenção redobrada às vítimas de violência doméstica, especialmente em cidades menores onde as estruturas de apoio podem ser limitadas. A morte de Ascleia Silva não é um caso isolado: o Nordeste brasileiro tem registrado um aumento preocupante nos índices de feminicídio, o que exige respostas integradas entre as forças policiais, órgãos de saúde e assistência social.
Medidas recomendadas para prevenção e conscientização
Apoio às vítimas: Fortalecimento das redes de proteção, incluindo casas-abrigo e linhas de denúncia como o Ligue 180.
Capacitação policial: Treinamento especializado para identificar riscos e agir preventivamente em casos de violência doméstica.
Campanhas de conscientização: Mobilização comunitária para educar sobre os sinais de abuso e os recursos disponíveis.
Monitoramento judicial: Acompanhamento rigoroso de medidas protetivas e penas aplicadas.
Serviço e Segurança na Paraíba
Disque Direitos Humanos: 100
Ligue 180: Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência
Polícia Civil da Paraíba: Denúncias e informações sobre o caso podem ser feitas nas delegacias locais
Postos de Saúde: Apoio psicológico e social às famílias envolvidas
A população de Arara e região deve permanecer vigilante, colaborando com as autoridades e apoiando iniciativas que promovam a segurança e o respeito às mulheres. A prevenção do feminicídio é uma responsabilidade coletiva e um desafio prioritário para o verão de 2026.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br
Fonte: Reprodução/Redes sociais





