Inflação da alimentação no domicílio pode fechar o ano entre 7,5% e 9,5%, conforme estudo da MB Associados

Super El Niño pode aumentar chuvas e enchentes, afetando a produção agrícola e pressionando preços de alimentos como arroz e feijão
O Super El Niño pode aumentar as chuvas e as enchentes nos próximos meses, afetando a produção agrícola no Brasil e pressionando os preços dos alimentos, segundo estudo divulgado pela MB Associados.
Os efeitos do fenômeno climático em 2026 devem ser mais limitados em relação ao que poderá ocorrer nos próximos anos. A previsão da consultoria é que a intensidade do problema ganhe força a partir de 2027.
De acordo com a MB Associados, a inflação da alimentação no domicílio poderá encerrar 2027 entre 7,5% e 9,5%. O intervalo reflete as possíveis variações nos impactos do Super El Niño sobre as safras agrícolas brasileiras.
A elevação das chuvas associada ao fenômeno climático representa um risco significativo para a produção de commodities agrícolas, com destaque para arroz e feijão. A redução da oferta desses alimentos tende a refletir diretamente nos preços finais ao consumidor.
As enchentes também podem danificar infraestruturas de armazenamento e escoamento da produção, agravando o cenário de abastecimento. Especialistas monitoram a evolução do Super El Niño para dimensionar com precisão os impactos econômicos sobre o setor agrícola e a inflação de alimentos nos próximos anos.







