Ataques a tiros deixam 31 mortos na África do Sul durante confraternizações

Oito homens invadiram bar em Johannesburgo e mataram 17 pessoas; polícia investiga três casos distintos

Ataques a tiros deixam 31 mortos na África do Sul durante confraternizações
Três ataques a tiros deixaram 31 mortos em Johannesburgo e Cidade do Cabo. Foto: Imagem ilustrativa gerada por IA — Foto: Três ataques a tiros deixaram 31 mortos. (Imagem ilustrativa gerada por IA)

Três ataques a tiros registrados entre sábado e domingo deixaram 31 mortos nos arredores de Johannesburgo e Cidade do Cabo, na África do Sul.

Três ataques a tiros registrados entre a noite de sábado e a madrugada de domingo deixaram 31 mortos nos arredores de Johannesburgo e Cidade do Cabo, na África do Sul.

Segundo a polícia sul-africana, o caso com maior número de vítimas aconteceu por volta das 21h30 de sábado, em um bar de Wedela, no distrito de West Rand, a oeste de Johannesburgo. Oito homens armados com fuzis AK-47 e pistolas invadiram o estabelecimento e mataram 17 pessoas, sendo 13 homens e quatro mulheres.

Os criminosos começaram os disparos contra clientes que estavam do lado de fora do bar. Em seguida, entraram no estabelecimento e continuaram atirando, de acordo com a polícia sul-africana. Os homens também revistaram algumas pessoas e roubaram celulares antes de deixar o local em dois veículos.

Outro ataque ocorreu na madrugada de domingo, em uma churrascaria de Lwandle, nos arredores da Cidade do Cabo. Homens armados mataram 10 pessoas, entre elas duas mulheres, e deixaram outras 11 feridas. Vídeos publicados nas redes sociais mostram pessoas que participavam de um evento no estabelecimento dançando e bebendo, seguidos de uma sequência de tiros e presentes correndo em busca de abrigo.

Cinco vítimas foram declaradas mortas ainda no local. As outras morreram durante o transporte para o hospital, segundo informações divulgadas.

Além dos ataques em Wedela e Lwandle, a polícia investiga um quadruplo homicídio registrado no Cabo Ocidental na noite de sábado. Com as quatro mortes, o número de vítimas nos três casos chega a 31. As autoridades sul-africanas seguem investigando os crimes para identificar e localizar os autores das ações.