Investigação revelou que ex-treinador de futebol atraía alunos com promessas de melhora no desempenho e visiblidade no time

Professor de escolinha de futebol em Curitiba foi condenado por estupro de dois menores e importunação sexual após investigação que começou em 2025.
Um professor de escolinha de futebol em Curitiba, no Paraná, foi condenado por estupro de vulnerável e importunação sexual após denúncias apresentadas pelos pais de seus alunos.
Segundo investigação que começou em 2025, o ex-professor José da Silva atraía os meninos da escolinha para “massagens” com promessas de melhor desempenho nos treinos. Como “recompensa”, o professor prometia mais visibilidade no time às vítimas. Um dos pais relatou à Rede Massa que o professor havia prometido ao filho o posto de capitão do time.
Prints exclusivos mostram conversas do professor com os meninos apresentando diálogos sobre nudez, muitas vezes já durante a noite. Além das massagens, um dos alunos relatou que o professor havia colocado conteúdo pornográfico para ele assistir durante uma das “noites da pizza” na casa de José da Silva. Durante o encontro, segundo o relato, o professor perguntou ao menino se ele faria sexo oral.
Em depoimento à polícia, o professor negou que tivesse tocado nas partes íntimas dos meninos. No entanto, ele confessou que “tocar na virilha” poderia prevenir as “cãimbras” dos alunos, por isso esse movimento seria parte das massagens.
O professor chegou a ser preso de forma preventiva. Ele foi colocado em liberdade após ser acusado apenas de importunação sexual. A defesa dos menores recorreu, e o professor foi condenado por estupro de dois menores e importunação.
A defesa de José da Silva também recorreu da condenação. Ele aguarda o fim do processo em liberdade. De acordo com a acusação, se realmente condenado na instância final, o professor pode ficar preso por mais de 30 anos.






