Contrato de dezembro recuou após ganhos iniciais; inspeções de exportação dos EUA crescem 38,63% na semana

Preços futuros do milho encerraram segunda-feira com pequenas valorizações na Bolsa de Chicago, recuperando perdas de outubro. Contrato dezembro/26 fechou a US$ 4,4825 por bushel.
Os preços futuros do milho encerraram a segunda-feira (2) com pequenas valorizações na Bolsa de Chicago (CBOT), recuperando parte das perdas acumuladas durante outubro, segundo informações do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O movimento perdeu intensidade ao longo do pregão, e o contrato dezembro/26 terminou novamente abaixo dos US$ 4,50 por bushel, apesar dos sinais de melhora nos embarques norte-americanos.
O contrato dezembro/26 fechou negociado a US$ 4,4825 por bushel, com valorização de 0,11%, equivalente a 0,50 cent, de acordo com o USDA. O março/27 avançou 1,00 cent, terminando a US$ 4,6200, enquanto o maio/27 ganhou 1,75 cent, para US$ 4,7075. O julho/27 encerrou a sessão cotado a US$ 4,7725 por bushel, com alta de 1,50 cent.
A recuperação foi mais expressiva durante a manhã, quando o dezembro/26 chegou a ser negociado a US$ 4,5075 por bushel, com ganho de 3,00 cents em relação ao ajuste anterior. O contrato atingiu máxima de US$ 4,5200 durante a sessão, mas devolveu parte da valorização e terminou próximo dos níveis registrados na última sexta-feira (30).
O comportamento ocorre depois de um outubro marcado por fortes perdas nos futuros americanos. O dezembro/26 acumulou desvalorização de 10,58% no mês, passando de US$ 5,0075 no fechamento de setembro para US$ 4,4775 no último pregão de outubro.
Segundo o USDA, as inspeções de milho dos Estados Unidos para exportação somaram 884.766 toneladas na semana encerrada em 29 de outubro, crescimento de 38,63% em relação ao levantamento anterior. Apesar da recuperação semanal, o volume ficou 48,32% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, evidenciando que o ritmo de escoamento ainda enfrenta dificuldades na comparação anual.
No acumulado da temporada comercial 2026/27, as inspeções alcançaram 10.675.517 toneladas, resultado 13,21% inferior ao observado no mesmo intervalo do ciclo anterior, conforme dados do órgão americano. Os números mostram uma melhora na movimentação física do cereal durante a última semana, mas ainda não representam uma recuperação significativa em relação às expectativas do mercado.







