Diplomata minimiza resultado e reafirma posicionamento do Brasil em favor de mulher latino-americana no comando da organização

Ex-presidente chilena Michelle Bachelet, apoiada pelo Brasil, não conseguiu manter apoio em consulta para cargo de secretária-geral da ONU
A ex-presidente chilena Michelle Bachelet perdeu apoio durante consulta para o cargo de secretária-geral das Nações Unidas, apesar do respaldo declarado do Brasil à sua candidatura.
Diplomatica brasileira minimizou o resultado da consulta realizada pelo organismo internacional. Segundo a autoridade, o apoio à ex-mandatária chilena representa um posicionamento estratégico do país.
“O apoio à ex-presidente chilena busca marcar posição a favor de uma mulher latino-americana no comando da ONU”, afirmou a diplomata.
O Brasil mantém sua posição de defender a candidatura de Bachelet como forma de reforçar a presença latino-americana nas principais lideranças internacionais. A estratégia reflete o interesse do país em ampliar a representatividade de mulheres e da região nos organismos multilaterais.
A consulta faz parte do processo de seleção do novo secretário-geral das Nações Unidas. O processo envolve consultas bilaterais entre países-membros para avaliar as candidaturas apresentadas.
A posição brasileira permanece firme quanto à importância de ter uma representante da América Latina à frente da organização, independentemente do resultado de consultas preliminares.
O resultado desta consulta não encerra o processo de candidatura. Outras rodadas de avaliação estão previstas nos próximos meses, quando novas consultas serão realizadas com países-membros da ONU.







