Futuro em Campo reuniu 1.452 alunos em nove edições realizadas em Mato Grosso neste ano

Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso celebra Dia das Crianças destacando iniciativa que já envolveu mais de 1.452 participantes
A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) celebra neste 12 de outubro o Dia das Crianças destacando o papel dos pequenos no futuro do agronegócio brasileiro. O programa Futuro em Campo reuniu 1.452 participantes em nove edições realizadas em 2026 em cidades do estado.
As edições ocorreram em Porto Alegre do Norte, Sorriso, Gaúcha do Norte, Santa Carmem, Vera, Nova Mutum e Alto Garças. A iniciativa apresenta a estudantes de diferentes regiões a rotina do agronegócio, respondendo perguntas como de onde vem o milho da pipoca e como a soja se transforma em alimento.
Para o vice-presidente Norte da Aprosoja MT, Ilson José Redivo, o programa acerta ao trabalhar com crianças ainda em formação. “As crianças são a continuação da nossa vida, o futuro do Brasil está nas mãos delas. Mostrar a elas o que a agricultura traz de benefício para o Brasil e para o mundo desperta o interesse pelo setor e, às vezes, até o desejo de seguir uma carreira ligada ao campo. Investindo nas crianças, a gente está investindo no futuro”, afirma.
Redivo cita caso de menino que participou do programa e passou a desejar ser agrônomo e trabalhar com agricultura. “O projeto desperta nas crianças uma aspiração maior, porque mostra a importância que a agricultura tem na vida das pessoas, estejam elas no campo ou na cidade”, relata.
A delegada coordenadora do núcleo da Aprosoja MT em Sorriso, Aline Beledelli, acompanha as edições do programa. “É uma experiência muito gratificante para mim. Em cada edição eu me surpreendo. Ver as crianças conhecendo de perto a importância do campo e entendendo como os alimentos são produzidos fortalece a conexão entre a cidade e o campo”, conta.
Beledelli destaca que o aprendizado vai além da vivência nas propriedades. “As crianças têm um papel fundamental. A proposta é que o aprendizado ultrapasse os limites da porteira. As crianças levam para casa muito do que vivenciam no programa”, acrescenta.







