Exame de DNA descartou identidade do cadáver localizado em julho. Investigações voltam ao ponto de partida após 20 meses de desaparecimento.

A família de Erick Rian Duarte dos Santos confirmou que o corpo achado no Rio Iguaçu não pertence ao adolescente desaparecido em fevereiro de 2025.
A família do adolescente Erick Rian Duarte dos Santos, de 16 anos, confirmou que o corpo localizado no Rio Iguaçu, no Parque São José, em julho de 2026, não pertence ao jovem desaparecido. Segundo a Polícia Civil do Paraná (PCPR), o resultado negativo do teste de DNA, concluído pelo Instituto de Criminalística, descartou a identidade do cadáver.
Com a conclusão dos exames, as investigações voltam à estaca zero e o adolescente continua inscrito na lista de pessoas desaparecidas. A Polícia Civil já havia adiantado semanas atrás que as características iniciais e os primeiros indícios periciais não apontavam para o adolescente, o que foi confirmado pelo resultado do teste.
O jovem foi visto pela última vez em 21 de fevereiro de 2025, quando saiu de casa sem levar o telefone celular na região de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Imagens de câmeras de monitoramento da região registraram o rapaz caminhando sozinho em direção à área do Parque São José naquela data. Desde então, ele não manteve contato com a família.
O sumiço gerou comoção e mobilizou equipes de resgate em diversas operações na área de mata e no Rio Iguaçu. Segundo a polícia, bombeiros utilizaram cães farejadores, embarcações e drones nas buscas. Durante os trabalhos iniciais, investigadores localizaram uma pegada na tubulação lateral de uma ponte, mas o rastro não foi suficiente para esclarecer o desaparecimento.
O advogado Leonardo Mestre Negri, que representa a defesa da família, destacou que os parentes seguem mobilizados e acompanhando de perto o trabalho policial. A família reforçou o apelo para que a população continue ajudando com pistas que possam levar ao paradeiro do rapaz. Qualquer informação útil pode ser repassada às autoridades de forma anônima. A Polícia Civil do Paraná retoma as frentes de busca para tentar solucionar o caso e entender o que aconteceu com o adolescente.







