Corteva acelera chegada de tecnologias ao produtor após separação de negócio de sementes

Empresa dedicada à proteção de cultivos e biológicos tem pipeline de US$ 11 bilhões, com Brasil entre mercados estratégicos

Corteva acelera chegada de tecnologias ao produtor após separação de negócio de sementes
Tiago Gontijo, presidente da Corteva Brasil, apresenta estratégia da empresa

Corteva inicia nova fase focada em proteção de cultivos e biológicos, com pipeline de US$ 11 bilhões após separação do negócio de sementes.

A Corteva iniciou nesta terça-feira (5) uma nova fase estratégica dedicada à proteção de cultivos e biológicos. A empresa separa-se do negócio de sementes e reorienta suas operações em torno destes dois pilares principais.

Com um pipeline de US$ 11 bilhões, a companhia aposta em foco e agilidade para acelerar a chegada de tecnologias ao produtor rural. Segundo a Corteva, essa concentração estratégica permite maior velocidade no desenvolvimento e na comercialização de soluções inovadoras.

O Brasil integra a lista de mercados estratégicos para a empresa nesta nova configuração. A atuação da Corteva no país contempla tanto soluções de proteção de cultivos quanto produtos biológicos, segmentos em expansão no agronegócio brasileiro.

A separação do negócio de sementes marca uma transformação organizacional significativa para a companhia. De acordo com informações da Corteva, essa reestruturação visa aumentar a competitividade e a capacidade de resposta às demandas do mercado em cada uma das áreas de negócio.

A estratégia de agilidade mencionada pela empresa contempla tanto o desenvolvimento de novas tecnologias quanto processos internos mais eficientes. Segundo a Corteva, isso permite reduzir o tempo entre a inovação e a disponibilização dos produtos aos agricultores.

Os produtos biológicos representam uma tendência crescente na agricultura moderna, oferecendo alternativas complementares aos defensivos químicos tradicionais. A Corteva posiciona-se para capturar demanda por essas soluções, particularmente no mercado brasileiro, onde o agronegócio busca maior sustentabilidade e eficiência.