Presidente do STF centraliza controle monocrático das investigações sem encerrar as apurações em andamento

O presidente do STF, Edson Fachin, assumiu a supervisão monocrática de inquéritos relacionados ao caso INSS e Master, reduzindo o poder de atuação do ministro Mendonça nessas investigações.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, assumiu neste domingo a supervisão monocrática de inquéritos que investigam irregularidades envolvendo o INSS e a empresa Master. A decisão reduz o poder de atuação do ministro Mendonça nas apurações em andamento.
Segundo comunicado da Presidência do STF, a centralização do controle das investigações sob responsabilidade monocrática não significa o encerramento das apurações que já estão em desenvolvimento.
A medida representa uma mudança na estrutura de supervisão dos inquéritos. Fachin, como presidente da corte, passa a exercer controle direto e individual sobre os processos, sem delegação compartilhada com outros ministros.
As investigações sobre irregularidades no INSS e na Master continuam sob escrutínio do Supremo Tribunal Federal. O novo arranjo institucional mantém as apurações ativas, mas sob novo comando.
A decisão de Fachin ocorre em contexto de movimentações recentes dentro da corte sobre a condução de inquéritos de alta relevância política e administrativa. A supervisão monocrática centraliza responsabilidades que anteriormente eram distribuídas entre ministros.
Informou a corte que não há cronograma divulgado para novas etapas das investigações neste momento.





