Taxa fica em linha com previsões do mercado. População ocupada atinge maior nível da série histórica com 103,5 milhões de pessoas.

Taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,3% nos três meses até agosto, conforme informou o IBGE nesta terça-feira. Resultado atende expectativas de analistas.
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,3% nos três meses até agosto, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira. O resultado está em linha com a mediana das previsões da Reuters para o período.
A população desocupada diminuiu 4,6% na comparação com o trimestre de março a maio de 2026, passando de 6,1 milhões para 5,8 milhões de pessoas. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, houve queda de 4,9%, com menos 300 mil desempregados.
A população ocupada atingiu 103,5 milhões de pessoas, o maior contingente da série histórica. Houve alta de 0,8% no trimestre, com mais 774 mil pessoas empregadas, e aumento de 1,0% no ano, com mais 1,1 milhão de pessoas. O nível de ocupação, percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi de 58,9% com aumento de 0,3 ponto percentual no trimestre.
A taxa composta de subutilização ficou em 13,1%, estável frente ao trimestre anterior de 13,3% e com queda de 1,0 ponto percentual no ano. A população subutilizada, de 15,0 milhões de pessoas, ficou estável no trimestre e recuou 6,5% no ano, com menos 1,0 milhão de pessoas.
A população subocupada por insuficiência de horas foi de 4,3 milhões, estável no trimestre e com recuo de 6,2% no ano. A população fora da força de trabalho ficou em 66,4 milhões, estável no trimestre e com crescimento de 0,9% frente ao mesmo trimestre do ano anterior.
A população desalentada foi de 2,4 milhões, estável no trimestre e com queda de 11,9% no ano. O percentual de desalentados ficou em 2,1%, estável no trimestre e com redução de 0,3 ponto percentual no ano.
No setor privado, o número de empregados com carteira assinada atingiu 39,5 milhões, o maior contingente da série, com estabilidade no trimestre e no ano. O número de empregados sem carteira no setor privado foi de 13,7 milhões, também estável. Os trabalhadores por conta própria totalizaram 26,1 milhões, e os trabalhadores domésticos somaram 5,5 milhões, ambos estáveis nos períodos analisados.
A taxa de informalidade foi de 37,5% da população ocupada, equivalente a 38,8 milhões de pessoas.






