Imóvel funcionava como loja e depósito de tecidos. Quatro vítimas foram encaminhadas para unidades de saúde após o acidente.

Prédio de quatro andares desabou na noite de sexta-feira (6) no bairro do Brás, deixando 27 feridos. Imóvel abrigava loja de tecidos e funcionava como depósito.
Um prédio de quatro andares desabou na noite de sexta-feira (6), por volta das 18h38, na Rua Maria Joaquina, no bairro do Brás, região central de São Paulo, deixando 27 pessoas feridas.
Segundo a Polícia Militar, quatro vítimas foram encaminhadas para unidades de saúde. A maioria dos feridos era formada por trabalhadores que descarregavam mercadorias no momento do desabamento.
De acordo com as autoridades, 35 pessoas estavam no imóvel no momento do acidente. Oito conseguiram sair por conta própria, enquanto 27 foram retiradas pelas equipes de resgate. O Corpo de Bombeiros mobilizou pelo menos 51 bombeiros e 17 viaturas na operação.
O imóvel abrigava uma loja de tecidos no térreo, enquanto os três pavimentos superiores eram utilizados para armazenar produtos. Trabalhadores descarregavam rolos de tecido de um caminhão e armazenavam os materiais nos andares superiores quando o prédio desabou.
Apesar de a movimentação de mercadorias ter ocorrido no momento do desabamento, a causa do acidente ainda não havia sido oficialmente determinada. O Corpo de Bombeiros informou que o imóvel não possuía Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) vigente. O documento atesta o atendimento às exigências de segurança contra incêndio e pânico previstas na legislação.
Entre os 27 feridos, quatro foram encaminhados à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Mooca. Segundo as informações divulgadas, dois pacientes receberam alta médica. Um apresentou instabilidade clínica e precisou ser transferido para o Hospital Estadual de Vila Alpina. A quarta pessoa, que apresentava ferimentos leves, deixou a unidade antes de receber a liberação médica.
Por volta das 20h de sexta-feira, as equipes de resgate já haviam contabilizado os trabalhadores que estavam no prédio. Cães farejadores foram utilizados para verificar se havia outras possíveis vítimas sob os destroços. A área foi isolada pelas autoridades. Até a última atualização, não havia confirmação de mortes.






