Índice acumula quarta queda consecutiva em pregão marcado por relatórios negativos sobre banco e dados de inflação americana

Ibovespa engatou a quarta queda seguida e fechou abaixo de 170 mil pontos nesta quinta-feira, com Bradesco entre as maiores pressões de baixa
O Ibovespa engatou a quarta queda seguida e fechou abaixo de 170 mil pontos nesta quinta-feira (29), refletindo pressões sobre ações de bancos e construtoras.
O índice de referência do mercado acionário brasileiro recuou 0,85%, chegando a 169.555,23 pontos, segundo dados preliminares. Na mínima do dia, a cotação alcançou 168.765,35 pontos, enquanto a máxima atingiu 171.402,97 pontos. O volume financeiro no pregão somou R$ 35,45 bilhões antes dos ajustes finais.
O Bradesco figurou entre os principais destaques negativos, pressionado por relatórios de analistas com tom mais negativo sobre o banco. A Ambev também pesou para baixo após divulgar seu resultado trimestral.
Dados de inflação nos Estados Unidos ocuparam as atenções do mercado durante o pregão. Segundo a Reuters, esses números interferiram na avaliação de investidores sobre a economia global e o cenário para ativos brasileiros.
Investidores seguem na expectativa de novidades sobre os planos para a economia, principalmente a questão fiscal a partir do ano que vem. Essa expectativa ganhou força após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no último domingo, conforme informações da Reuters.
O contexto de incerteza fiscal brasileira, combinado com dados econômicos internacionais e resultados corporativos negativos, contribuiu para o desempenho fraco da bolsa. A sequência de quedas aponta pressão continuada sobre o mercado acionário.






